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BASF e LyondellBasell: balanços

Demonstrativos financeiros discriminam reestruturações, investimentos, perspectivas.

Instalações industriais com complexo da BASF em Ludwigshafen ao fundo, em agosto de 2009.
Complexo da BASF em Ludwigshafen ao fundo, em 18/08/2009. Foto: Felix König/Wikimedia Commons, CC BY 3.0. Fotografia inteira redimensionada, com margens e conversão para WebP. Obra: “Gebäude BASF Ludwigshafen”.

A BASF informou em 28 de outubro vendas de 16,4 bilhões de euros no terceiro trimestre de 2026, crescimento de 14% na comparação anual. A companhia atribuiu a expansão principalmente aos preços, que aumentaram 12%, enquanto os volumes avançaram 2%. O EBITDA antes de itens especiais subiu 15%, para 1,6 bilhão de euros. Já o EBITDA reportado permaneceu em 1,2 bilhão. O resultado operacional foi negativo em 98 milhões de euros, contra lucro de 232 milhões um ano antes. O lucro líquido passou de 172 milhões para 155 milhões.

Os itens especiais incluíram despesas de transformação e reestruturação, em Ludwigshafen, e a resolução de uma disputa jurídica. O trimestre também teve perda por imparidade de 318 milhões de euros em Monômeros. O caixa operacional somou 1,1 bilhão, pressionado por recursos destinados aos estoques. Para o ano, a empresa prevê EBITDA antes de itens especiais entre 7,4 bilhões e 7,8 bilhões, ante intervalo anterior de 6,9 bilhões a 7,7 bilhões. A previsão de fluxo de caixa livre permaneceu entre 1,5 bilhão e 2,3 bilhões de euros.

A LyondellBasell divulgou em 30 de outubro receita de US$ 8,499 bilhões no terceiro trimestre de 2026, ante US$ 9,177 bilhões no segundo. O lucro líquido aumentou de US$ 559 milhões para US$ 758 milhões. Excluídos os itens identificados pela companhia, porém, o lucro recuou de US$ 1,401 bilhão para US$ 828 milhões. O EBITDA foi de US$ 1,420 bilhão; sem esses itens, atingiu US$ 1,512 bilhão. Os ajustes incluíram custos de fechamento de uma joint venture europeia de óxido de propileno.

A companhia gerou US$ 1,7 bilhão de caixa operacional, incluindo liberação de capital de giro. Aplicou US$ 303 milhões em investimentos e distribuiu US$ 224 milhões em dividendos. Também quitou em setembro um título de 500 milhões de euros. Para o quarto trimestre, prevê manutenção numa instalação norte-americana de polipropileno. As taxas operacionais planejadas são de 85% nos ativos de olefinas e poliolefinas da América do Norte, 60% nos europeus e 75% em intermediários e derivados. São projeções operacionais, sujeitas às condições de demanda. A liquidez disponível encerrou setembro em US$ 7,7 bilhões.

Fontes

Complexo da BASF em Ludwigshafen ao fundo, em 18/08/2009. Foto: Felix König/Wikimedia Commons, CC BY 3.0. Fotografia inteira redimensionada, com margens e conversão para WebP. Obra: “Gebäude BASF Ludwigshafen”.

Fontes e referências

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