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Pesquisas britânicas: preços empresariais

Pesquisas britânicas distinguem preços empresariais, emprego e pressões sobre margens.

Fachada do Banco da Inglaterra em Londres, fotografada em 2012.
Edifício em Threadneedle Street, Londres, em 25 de março de 2012. Obra: “Bank of England, London.JPG”. Foto: Eluveitie, via Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0. Fotografia inteira redimensionada, com margens e conversão para WebP; adaptação sob a mesma licença.

O levantamento Decision Maker Panel, com diretores financeiros de empresas pequenas, médias e grandes, apontou crescimento anual de 3,8% nos preços cobrados pelas próprias empresas, na média dos três meses até outubro. O resultado ficou 0,1 ponto percentual acima do período até setembro. A medida abrange negócios de toda a economia, incluindo fornecedores que não vendem diretamente aos consumidores.

Para os próximos doze meses, empresas esperavam igualmente 3,8% de aumento nos próprios preços. A expectativa para a inflação oficial ao consumidor em um ano passou de 3,1% para 3,3%. São perguntas diferentes: a primeira trata das cobranças da empresa; a segunda, de sua percepção sobre o índice geral. As respostas não constituem uma previsão oficial do banco central.

O emprego anual informado caiu 0,5%, ante recuo anterior de 0,2%. Para o ano seguinte, a projeção permaneceu positiva em 0,2%. Participaram 1.945 empresas, entrevistadas entre 2 e 16 de outubro; os resultados recebem ponderação. Sobre o choque energético, 68% esperavam elevar preços e 71% previam margens menores. A próxima divulgação está programada para 4 de dezembro.

Em seu resumo de condições empresariais sobre a atividade privada, os agentes regionais do banco reuniram informações recolhidas nas seis semanas até o começo do mês. Os relatos descrevem consumidores seletivos e sensíveis aos preços. Varejistas mencionaram descontos e promoções para sustentar volumes, enquanto eletrônicos, móveis e eletrodomésticos continuavam com demanda fraca.

As diferenças entre setores importam. Defesa, aeroespacial, infraestrutura energética e centros de dados sustentavam a indústria; construção e atividades ligadas à habitação permaneciam frágeis. As intenções de investimento estavam ligeiramente positivas, partindo de uma base baixa. Na alimentação, supermercados relatavam volumes estáveis ou moderadamente menores de vendas de alimentos e bebidas.

Os contatos esperavam inflação de alimentos entre 3% e 4% no encerramento de 2026 e pressões adicionais no primeiro semestre de 2027, com a renovação de contratos. Trata-se de expectativa dos participantes, sujeita à concorrência e à disposição dos clientes para pagar. Marcas premium e econômicas apresentavam desempenho melhor que ofertas intermediárias. Na hotelaria e no lazer, havia promoções para estimular a demanda. Os relatos não substituem uma estatística oficial de vendas.

Fontes

Edifício em Threadneedle Street, Londres, em 25 de março de 2012. Obra: “Bank of England, London.JPG”. Foto: Eluveitie, via Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0. Fotografia inteira redimensionada, com margens e conversão para WebP; adaptação sob a mesma licença.

Fontes e referências

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