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Europa: pesquisas de conjuntura

Divulgações europeias distinguem expectativas, recortes geográficos e metodologias de cálculo.

Edifício principal da ETH Zurique e parada de bonde na Rämistrasse, em 2020.
Edifício principal da ETH Zurique na Rämistrasse, em 12 de janeiro de 2020, conforme EXIF original. Obra: “ETHZ und Rämistrasse.jpg”. Foto: Albinfo, via Wikimedia Commons, CC0 1.0. Fotografia inteira redimensionada, com margens brancas e conversão para WebP.

A confiança econômica recuou em outubro na União Europeia e na área do euro, informou a Comissão Europeia em 29 de outubro. O indicador ESI caiu 0,6 ponto, para 96,9. A pesquisa foi realizada entre 1º e 22 de outubro. A referência de longo prazo é 100; o índice não representa uma taxa de crescimento econômico.

Na União Europeia, a confiança piorou entre consumidores, varejistas, serviços e construção, enquanto melhorou na indústria. O indicador de expectativas de emprego avançou 0,6 ponto, para 98,9; na área do euro, ganhou 0,7 ponto, chegando a 98,2. São planos de contratação declarados pelas empresas, não uma contagem de postos efetivamente criados. As intenções melhoraram na indústria e no comércio.

As expectativas empresariais para preços de venda aumentaram nos quatro setores pesquisados. Isso não mede inflação já realizada. O relatório também revisou setembro após atualização das pesquisas francesas e reincorporação dos dados italianos de consumidores. Há uma quebra de série italiana entre agosto e setembro. Os resultados usam respostas harmonizadas de empresas e consumidores, com ajuste sazonal e indicadores compostos.

Na Suíça, o Instituto KOF, da ETH Zurique, divulgou em 30 de outubro queda de 1,5 ponto de seu barômetro conjuntural, para 107,6. Apesar do recuo, o instituto considera que o nível permanece acima da média de médio prazo, depois das altas dos meses anteriores. Sua avaliação é de perspectivas ainda robustas para a economia suíça, com sinais setoriais diferentes.

Os grupos de indicadores de demanda externa e consumo perderam força. Pelo lado da produção, serviços diversos e atividades financeiras e de seguros ficaram pressionados. Em contrapartida, perspectivas positivas da indústria de transformação amorteceram essas mudanças. O resultado descreve um conjunto de sinais antecedentes sobre a conjuntura, sem converter a variação mensal em crescimento econômico já observado no país.

Na produção industrial e na construção, os componentes tiveram movimentos heterogêneos: os indicadores ligados à situação dos insumos e à concorrência pioraram. Já os relacionados à exportação, à atividade produtiva e à avaliação dos obstáculos à produção apresentaram perspectivas positivas. Dentro da transformação, avançaram metalurgia e fabricantes de alimentos e bebidas; papel e produtos impressos recuaram.

Fontes

Edifício principal da ETH Zurique na Rämistrasse, em 12 de janeiro de 2020, conforme EXIF original. Obra: “ETHZ und Rämistrasse.jpg”. Foto: Albinfo, via Wikimedia Commons, CC0 1.0. Fotografia inteira redimensionada, com margens brancas e conversão para WebP.

Fontes e referências

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