A F5 divulgou em 27 de outubro receita de US$917 milhões no quarto trimestre de seu ano fiscal de 2026, encerrado em setembro. O valor cresceu 13% frente aos US$810 milhões de um ano antes. O lucro líquido contábil caiu de US$190 milhões para US$186 milhões.
Produtos geraram US$510 milhões, alta de 23%. Desse total, sistemas responderam por US$239 milhões e software por US$271 milhões. Serviços alcançaram US$408 milhões. A medida ajustada de lucro foi de US$255 milhões, ante US$257 milhões, distinta do resultado contábil.
O conselho autorizou mais US$1,5 bilhão para recompras de ações, sem equivaler a compras já executadas. Para o exercício de 2027, a administração prevê crescimento de receita de 8% a 9%, sujeito a riscos.
Aquisições no portfólio
A ampliação do portfólio tem antecedentes. Em 11 de setembro de 2025, a F5 anunciou intenção de comprar a CalypsoAI por US$180 milhões, principalmente em dinheiro. O comunicado previa conclusão até o fim daquele mês, condicionada aos requisitos habituais, e classificava o impacto esperado sobre receita e resultado como pouco significativo.
A proposta era incorporar à plataforma de entrega e segurança de aplicações recursos para proteger a inferência de IA. A companhia descrevia testes adversariais, controles contra vazamento de dados, registros de auditoria e políticas aplicadas durante o uso dos modelos. Naquela publicação, essas capacidades eram apresentadas como objetivos de integração e alegações da fornecedora.
Software e distribuição
Outro antecedente é o acordo de 11 de março de 2019 para comprar a NGINX por valor empresarial aproximado de US$670 milhões, sujeito a ajustes. A operação ainda dependia de aprovações regulatórias e outras condições naquele comunicado. A F5 pretendia combinar segurança de aplicações com software de distribuição de tráfego e gestão de APIs.
O plano incluía usar sua rede comercial e parceiros para ampliar as vendas da NGINX a empresas, preservar a marca e investir no projeto de código aberto. O texto distinguia essa estratégia de suas projeções financeiras: previa uma redução modesta do lucro por ação nos exercícios de 2019 e 2020 em consequência da aquisição e de investimentos orgânicos.
Esses registros históricos descrevem estratégias em épocas diferentes, sem quantificar a contribuição de cada operação para o balanço atual.
Crédito e licença
Detalhe da F5 Tower em construção, em Seattle, em 18 de julho de 2017. Foto: SounderBruce/Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. Recorte, redimensionamento e conversão para WebP; adaptação sob a mesma licença.
Fontes
Fontes e referências
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Conteúdo de Angelo Sebastião Silva Goncalves. Preparado com apoio de IA. Consulte as fontes e os critérios editoriais. Conheça nossos critérios editoriais e como solicitar uma correção.



