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Pesquisa do YouTube aponta uso de IA entre pessoas que publicam vídeos

Relatório apresentado em 20 de outubro registra uso de IA por 72% dos entrevistados que publicaram vídeos. Recorte é dos EUA, com dados de abril.

Neal Mohan, CEO do YouTube, diante do painel da empresa no Brandcast de maio de 2026
Neal Mohan at Brandcast in May 2026: CEO do YouTube no evento de 13/5/2026. Foto: Andrew Federman para YouTube / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. Recorte, redimensionamento e conversão para WebP; adaptação sob a mesma licença.

O YouTube apresentou em 20 de outubro de 2026 um relatório sobre inteligência artificial generativa e expressão pessoal. Em um dos recortes, 72% dos entrevistados que publicaram vídeos no último ano disseram ter usado IA para criar ou editar imagens ou vídeos. Fonte: apresentação do YouTube.

Pesquisa tem recorte de idade, país e período

O dado vem da pesquisa Google/NRG realizada nos Estados Unidos em abril de 2026. A nota informa uma amostra de 694 pessoas ativas na internet, de 14 a 44 anos. Os percentuais destacados se referem ao grupo que publicou vídeos nos 12 meses anteriores.

Nesse grupo, 61% manifestaram interesse em usar IA para inserir a própria imagem no conteúdo. Fonte: relatório original, páginas 2, 3 e 6.

A pesquisa registra respostas dos participantes. Ela não mede a proporção de vídeos produzidos com IA na plataforma nem estabelece uma taxa de adoção entre criadores brasileiros.

Regras de publicação continuam relevantes

Como contexto para quem pretende experimentar essas ferramentas, a documentação vigente do YouTube exige declarar conteúdo com aparência realista gerado ou significativamente alterado por IA. A indicação pode ser feita no YouTube Studio durante o envio.

A ajuda distingue essa situação de apoios à produção, como desenvolver ideias, melhorar roteiros, criar títulos ou gerar legendas, que aparecem entre os exemplos que não exigem a declaração.

Segundo a plataforma, informar o uso de IA, por si só, não restringe o público nem afeta a elegibilidade para monetização. O YouTube também pode aplicar rótulos automaticamente e prevê penalidades para omissões recorrentes quando a declaração é necessária. As diretrizes da comunidade continuam valendo para esses materiais. A orientação de transparência não substitui a avaliação das demais regras aplicáveis ao conteúdo que será publicado pelo canal. Fonte: Central de Ajuda do YouTube.

Para marcas e equipes de conteúdo, a leitura prática é separar a decisão criativa das condições de publicação. O levantamento ajuda a observar interesses do público pesquisado; a escolha de ferramentas, o uso de pessoas identificáveis e a revisão da peça exigem avaliação em cada projeto. O estudo não apresenta uma garantia de alcance, receita ou aceitação de uma campanha específica.

Fontes e referências

As informações foram verificadas nas fontes abaixo. Novos fatos podem atualizar esta notícia.

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