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LTK e Northwestern apontam programas contínuos com creators em 91% das marcas ouvidas

Pesquisa divulgada em 21 de outubro ouviu 209 profissionais de empresas que já investem em marketing de influência.

Fachada do Fisk Hall na Northwestern University, fotografada em 10 de maio de 2008
Fisk Hall, na Northwestern University, em Evanston, Illinois, em 10/5/2008. O Medill Spiegel Research Center informa endereço no edifício. Foto: Madcoverboy at English Wikipedia, CC BY-SA 3.0. Recorte, redimensionamento e conversão para WebP; adaptação sob a mesma licença.

A LTK divulgou em 21 de outubro de 2026 resultados de uma pesquisa com o Retail Analytics Council da Northwestern University: 91% das marcas ouvidas relataram programas com creators que incluem atividade contínua. O levantamento ouviu 209 profissionais com poder de decisão em empresas que já investem em marketing de influência. Fonte: comunicado da LTK.

As entrevistas ocorreram de 13 a 28 de junho de 2026. Na pergunta sobre o funcionamento dos programas, 62% descreveram um formato híbrido, combinando continuidade e campanhas pontuais; 29% indicaram atuação contínua durante o ano; e 9%, campanhas concentradas em momentos específicos.

O relatório apresenta declarações dos profissionais, sem auditoria de gastos ou vendas. Também orienta a não construir comparações anuais com edições anteriores, pois a composição da amostra e perguntas foram alteradas. Fonte: relatório técnico, páginas 5, 6 e 18.

Referência para operações brasileiras

No Brasil, uma referência existente para organizar essas relações é o Guia de Marketing e Publicidade por Influenciadores Digitais do CONAR, atualizado em maio de 2026, com efeitos a partir de 1º de junho. Fonte: edição atual do guia.

O documento de autorregulamentação orienta que o conteúdo publicitário seja claramente reconhecido como tal. Recomenda identificação explícita por ferramentas da plataforma ou expressões compreensíveis à audiência, com informação destacada e perceptível sem precisar abrir mais conteúdo da postagem.

Na parte de governança, o guia estimula orientar e treinar equipes e parceiros, acompanhar publicações das campanhas e agir para corrigir ou suspender peças em desconformidade. Também recomenda manter registros das providências adotadas.

Essas medidas de governança são apresentadas como boas práticas e possíveis sinais de diligência na análise de casos pelo Conselho de Ética. O texto distingue essas recomendações dos deveres expressamente previstos no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária.

O que acompanhar nas parcerias recorrentes

Na avaliação operacional de uma parceria, a equipe pode começar por um calendário que relacione entregas, responsáveis pela aprovação e prazos de revisão. As permissões de uso de cada peça também podem ser registradas junto ao conteúdo, permitindo conferir onde ele pode circular e por quanto tempo.

Um histórico por criador pode reunir o briefing aprovado, a publicação entregue, pedidos de ajuste e os indicadores escolhidos para avaliar a ação. Esse registro facilita revisar o que foi combinado quando a campanha muda de equipe ou recebe novas entregas. Para avaliar resultados, convém definir antecipadamente qual objetivo será acompanhado e quais dados a marca consegue verificar.

Fontes e referências

As informações foram verificadas nas fontes abaixo. Novos fatos podem atualizar esta notícia.

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