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Google retira duas exigências de posicionamento de vídeos na monetização

Mudança de 22 de outubro abrange conteúdo que acompanha páginas; regras de visibilidade, áudio e controles dos players continuam em vigor.

Edifícios, pátio e pessoas no campus Googleplex
Googleplex 2, fotografia da biblioteca oficial de imprensa do Google. Source: Google. Imagem inteira redimensionada com margens laterais e convertida para WebP.

O Google retirou duas exigências de posicionamento das restrições para inventário de vídeo em 22 de outubro de 2026. A atualização consta no registro oficial para publishers, que reúne mudanças aplicáveis ao AdSense, AdMob e Ad Manager.

Deixaram de ser exigidos o carregamento do conteúdo de acompanhamento dentro do corpo da página e o início de players flutuantes no conteúdo principal, com transição somente depois que o usuário rolasse o vídeo para fora da tela.

O aviso mantém a observação de que inventário com conteúdo sujeito às restrições pode receber menos publicidade. A mudança não anuncia aumento de receita.

As condições que permanecem

Na regra atual de inventário de vídeo, “Accompanying Content” é o vídeo que acompanha a visita a outro conteúdo, sem ser seu foco ou uma reprodução explicitamente solicitada. Esse formato deve começar sem som. A definição inclui exemplos de players laterais ou flutuantes em páginas editoriais.

Controles do vídeo e do anúncio, como pausar, silenciar, pular ou fechar, não podem estar ocultos, obstruídos ou sem funcionar. Nos formatos que admitem player flutuante, a opção de fechar precisa permanecer disponível durante o vídeo ou anúncio. Esses players não são suportados em TV conectada e mídia digital fora de casa.

A reprodução automática do anúncio exige pelo menos metade da unidade visível. Apenas um inventário pode reproduzir automaticamente com som por vez; para conteúdo in-stream ou de acompanhamento, apenas um player visível pode ter reprodução automática simultânea.

O que muda na avaliação de uma página

Na avaliação editorial da Nextags, a revisão deve começar pela experiência que o visitante realmente encontra. Uma página de reportagem pode ter um vídeo secundário, enquanto outra leva o público diretamente a uma transmissão. Essa diferença ajuda a organizar a discussão entre conteúdo, produto e operação publicitária antes de alterar o layout.

Uma comparação útil pode observar se o leitor consegue continuar a leitura, encontrar os controles e concluir a ação que pretendia realizar. A equipe também pode registrar a versão testada e as condições do teste para interpretar os resultados depois.

Dados de receita ganham contexto quando acompanhados por sinais de uso da página. Se uma mudança aumenta impressões, mas dificulta a navegação, o resultado comercial precisa ser avaliado junto desse efeito. Uma experiência mais simples de compreender pode ter valor mesmo quando não muda a receita imediatamente.

Esse acompanhamento é uma análise operacional da Nextags, sem previsão de rendimento para um site específico.

Fontes e referências

As informações foram verificadas nas fontes abaixo. Novos fatos podem atualizar esta notícia.

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