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Foxconn/Flex: infraestrutura

Foxconn apresenta infraestrutura computacional; Flex atualiza resultados e perspectivas.

Edifício da Flex em San José, fotografado em agosto de 2020.
Edifício da Flex em San José, Califórnia, fotografado em 02/08/2020. Foto: Coolcaesar. Obra: Flex US Headquarters San Jose.jpg, CC BY-SA 4.0. Fotografia inteira redimensionada com margens e convertida para WebP; adaptação sob a mesma licença.

A Foxconn apresentou, em 30/10, sistemas para infraestrutura de inteligência artificial durante a Hon Hai Tech Day, em Taipei. A exposição reuniu 321 demonstrações, das quais aproximadamente um quarto ficou na área Token Factory. A fabricante mostrou integração de sistemas computacionais em escala de racks e componentes de precisão para a plataforma computacional NVIDIA Vera Rubin. Um painel de vinte metros reuniu placas e componentes; a programação também incluiu soluções de energia, refrigeração, transmissão de dados e óptica integrada aos encapsulamentos.

A empresa exibiu o NVIDIA DSX POD, um projeto de referência para pré-integrar infraestrutura em contêineres modulares. Conforme o anúncio, a validação ocorre antes do envio, seguida da conexão às instalações preparadas no destino. Outra demonstração apresentou o desenho conjunto de computação, redes, energia e refrigeração, incluindo distribuição elétrica de 800 volts em corrente contínua. A unidade Visionbay.ai planeja adotar princípios DSX MaxLPS no projeto de uma instalação, com otimização das configurações antes da construção. O encontro segue até 31/10, no centro de exposições Nangang. Também houve demonstrações de segurança de agentes em manufatura e robótica industriais.

A Flex informou, em 28/10, receita de US$ 8,491 bilhões no segundo trimestre fiscal de 2027, encerrado em 25 de setembro. As vendas cresceram 25% perante o mesmo período do ano anterior. O lucro operacional contábil foi de US$ 414 milhões e o lucro líquido somou US$ 263 milhões. A margem operacional reportada ficou em 4,9%, ante indicador ajustado de 7,1%. O caixa gerado nas operações atingiu US$ 501 milhões, enquanto o fluxo de caixa livre alcançou US$ 261 milhões. Esse indicador desconta investimentos líquidos em imobilizado e é apresentado como métrica não contábil.

A administração informou avanços na separação planejada da divisão Cloud and Power Infrastructure, que deverá adotar o nome Axiom. O processo permanece sujeito à conclusão e às aprovações aplicáveis. A aquisição da EPC Power, segundo a companhia, complementa seu portfólio de energia. Para o exercício fiscal, a Flex elevou a previsão de receita para US$ 34,9 bilhões a US$ 35,9 bilhões. A estimativa inclui contribuições de aquisições concluídas depois de setembro, mas não considera os efeitos da separação.

Edifício da Flex em San José, Califórnia, fotografado em 02/08/2020. Foto: Coolcaesar. Obra: Flex US Headquarters San Jose.jpg, CC BY-SA 4.0. Fotografia inteira redimensionada com margens e convertida para WebP; adaptação sob a mesma licença.

Fontes

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