A Ai2 anunciou em 22 de outubro de 2026 o OlmoEarth 1.3, modelo de inteligência artificial para observação da Terra, acompanhado de dados previamente processados e de um explorador de mapas no navegador. A ferramenta permite investigar mudanças e localizar áreas semelhantes sem criar uma conta. Fonte: anúncio da Ai2.
Dados prontos para novas análises
O sistema transforma séries de radar e imagens multiespectrais em conjuntos de números associados a parcelas de dez metros. Há versões de 128 e 64 dimensões. Na estreia, os anos de 2023 a 2025 têm cobertura global; de 2017 a 2022, a cobertura abrange países selecionados. A Ai2 usa a região peruana de Madre de Dios entre seus exemplos de análise de mudanças. Fonte: dados e cobertura.
A licença também define limites
Os materiais são distribuídos sob a OlmoEarth Artifact License. O documento permite usar, reproduzir, modificar e distribuir os artefatos, mas restringe aplicações militares e de defesa, vigilância humana e policiamento. Também proíbe usos que planejem ou facilitem atividades extrativas, incluindo mineração, petróleo, gás e desmatamento. Fonte: licença do projeto.
A distribuição exige citar a Ai2 e fornecer a licença ou um link para ela. Derivações devem transmitir as restrições de uso. O acordo ressalva direitos de terceiros sobre conteúdos incorporados aos conjuntos de dados e atribui ao usuário a responsabilidade de obter as permissões necessárias. Portanto, o acesso aos arquivos precisa ser avaliado junto com suas condições de utilização.
O que avaliar antes de usar
Na análise da Nextags, disponibilizar uma base já processada muda o ponto de partida de uma equipe: parte do esforço passa da preparação da infraestrutura para a definição da pergunta e a conferência do resultado. Isso pode facilitar uma avaliação inicial por organizações que ainda estão decidindo como incorporar dados geográficos ao trabalho.
A comparação entre anos pede cuidado com a área escolhida e com a disponibilidade de cada período. Um sinal de mudança é uma pista a investigar. Para transformar uma análise em decisão, continua sendo necessário confrontá-la com registros locais e informações sobre o que ocorreu no terreno.
A região mostrada na capa
A fotografia de Madre de Dios foi feita da Estação Espacial Internacional em 24 de dezembro de 2020. Ela registra o rio Inambari e áreas de garimpo na floresta. A NASA identifica o arquivo como ISS064-E-16203, obtido por um integrante da Expedição 64 com câmera Nikon D5 e lente de 400 milímetros. Fonte: registro da fotografia.
Garimpos e rio Inambari em Madre de Dios, Peru, fotografados da ISS em 24/12/2020. Crédito: NASA/Expedição 64, foto ISS064-E-16203. Recorte e tratamento originais da NASA; Nextags: quadro fornecido inteiro redimensionado, margens e WebP. Origem da foto · Permissão de uso editorial. A NASA autoriza uso informativo factual com crédito e sem indicação de endosso.
Fontes e referências
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Conteúdo de Angelo Sebastião Silva Goncalves. Preparado com apoio de IA. Consulte as fontes e os critérios editoriais. Conheça nossos critérios editoriais e como solicitar uma correção.



